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terça-feira, 7 de abril de 2009

Falsos Profetas

Sobre o tema desta semana encontrei esta bela mensagem de Emmanuel, que nos convida a pensar sobre as nossas atitudes - será que com nossos atos por momentos nós assumimos o papel de falsos profetas a deturpar os ensinamentos do Cristo?

"Falso profeta não é somente aquele que perturba o serviço da fé religiosa.

Sempre que negamos a execução fiel dos nossos deveres, somos mistificadores, diante da Lei Divina, que nos emprestou os dons da Terra, em favor do aprimoramento de nós mesmos.

                                                                       -o-

Na maledicência, somos falsos profetas da fraternidade.

                                                                       -o-

Na discórdia, somos mistificadores da paz.

                                                                       -o-

Na preguiça, somos charlatões do trabalho.

                                                                       -o-

Na indiferença, somos inimigos do dever.

                                                                       -o-

Toda vez que olvidamos as nossas obrigações de solidariedade para com os nossos semelhantes, que prejudicamos o serviço que nos cabe atender, que fugimos aos nossos testemunhos de humildade, que oprimimos as criaturas inferiores, somos falsos profetas do ideal superior que abraçamos com o Cristo.

                                                                       -o-

A Terra é a nossa escola.

                                                                       -o-

O Lar é o nosso templo.

                                                                       -o-

O Próximo é o nosso irmão.

                                                                       -o-

A Humanidade é a nossa família.

                                                                       -o-

A Luta é o nosso aprendizado.

                                                                       -o-

A Natureza é o livro sublime da vida.

                                                                       -o-

Não nos esqueçamos, assim, de que, um dia, seremos chamados à prestação de contas dos talentos e dos favores que hoje desfrutamos, para resgatar o dia de ontem e santificar o dia de amanhã." 

Fonte: Levantar e Seguir – Francisco Cândido Xavier – Emmanuel

domingo, 5 de abril de 2009

Palestra da Semana - Haverá Falsos Cristos e Falsos Profetas

Abaixo segue uma apresentação com o tema da palestra desta semana.

domingo, 29 de março de 2009

Estás doente?

A preleção desta semana é especial, abordando o tema da doença de Alzheimer, seu conceito e as suas implicações carmáticas.

A espiritualidade nos orientou diversas vezes a respeito da importância que os nossos pensamentos desempenham em todos os casos de doenças que nos acometem. Pensando nisso, vale a pena a leitura e reflexão deste pequeno trecho da obra Instruções Psicofônicas (espíritos diversos, psicografia de Chico Xavier, sendo este trecho de autoria do espírito do Doutor Francisco de Menezes Dias da Cruz, médico e ex-presidente da Federação Espírita do Brasil): 

"Evitando, porém, qualquer preciosismo da técnica científica e relegando à medicina habitual o dever de assegurar os processos imunológicos da integridade física, recordemos que as radiações mentais, que podemos classificar por agentes "R", na maioria das vezes se apresentam, na base de formação da substância "H", desempenhando importante papel em quase todas as perturbações neuropsíquicas e usando o cérebro como órgão de choque.

Todos os nossos pensamentos definidos por vibrações, palavras ou atos, arrojam de nós raios específicos.

Assim sendo, é indispensável curar de nossas próprias atitudes, na autodefesa e no amparo aos semelhantes, porqüanto a cólera e a irritação, a leviandade e a maledicência, a crueldade e a calúnia, a irreflexão e a brutalidade, a tristeza e o desânimo, produzem elevada percentagem de agentes "R", de natureza destrutiva, em nós e em torno de nós, exógenos e endógenos, suscetíveis de fixar-nos, por tempo indeterminado, em deploráveis labirintos da desarmonia mental. Em muitas ocasiões, nossa conduta pode ser a nossa enfermidade, tanto quanto o nosso comportamento pode representar a nossa restauração e a nossa cura."